A dor latejava no peito...na boca o estranho gosto de sangue...uma lágrima escorria no seu rosto, demonstrando todo seu sentimentalismo reprimido...Ele passava dias a se perguntar: Será??Como será??? e por que será???O medo corroía sua alma, uma espécie de acido, tudo corroía, sentimentos bons e ruins, deixava um vazio, uma dor, uma insegurança...Ao acordar olha-se no espelho e percebe como o tempo passou sem ele ao menos perceber, como estava agora...um traste, barba mal feita, cabelos desgrenhados, um olhar triste, uma tristeza profunda que reflectia em seu semblante...No ano passado tinha se formado em direito, pensava em exercer a profissão ou ser um promotor de justiça, é certo que tinha um futuro promissor, mas de repente, mais que de repente, toda sua vida se transformara da noite para o dia...Foi ela...digo sem receios, pois a culpa foi sua e de mais ninguém, ela foi a responsável por tamanha...tamanha...palavras não explicam o que aconteceu, foi tudo tão demasiado, tão intenso e profundo, o levou a perdição, a loucura total...Como pode um homem centrado, equilibrado, perder a noção dessa forma???É verdade...algo explica...foi AQUILO que o atingira de cheio, sem avisar, sem bater a porta...Tão de repente, mais que de repente...Ele se entregou, sem pudores, sem vergonha, sem medo, e isso foi o ápice...foi a causa...e depois apenas o efeito, as consequências...Ela fez o possível, ele fez o impossível...Ela disse que gostava dele, ele disse que a amava...Mas não foi o todo, foi a falta do todo que fez, provocou, desencadeou tudo aquilo...Sem medo de ser feliz ele foi...Sem pensar em nada ela o aceitou..ERRO...Foi isso...não foi correspondido, não foi de todo satisfeito, ela simplesmente foi sincera, franca...e ele simplesmente foi, não foi, não é....
domingo, 12 de agosto de 2007
Nesse segundo...nao há mais nada....
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Tudo na vida, por mais simples, ou estonteante que seja, é regrado de egoismos, egocentrismos, quem titubeia com mazelas não é sentimentalista, ou mero triste realista, a preocupação move, seja por amores próprios ou ao próximo, não penso no pensar só por pensar, mas por saber que o pensar é libertar, e se todos pudessem definir, ou simplesmente pensar o que é pensar, metade dos problemas estariam resolvidos...
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- José Bezerra Netto
- PETROLINA, PERNAMBUCO, Brazil
- Em constante Solidão. A cada dia descubro que a melhor companhia que podemos ter é a nossa própria companhia. Amar, só a si próprio.

8 comentários:
amei³³³³
mto lindo o texto..gostei mesmo!!
sempre q der passarei aki!!
bjuxxx
oi....
Já tive dores assim..e qd aconteceu lembrava me sempre de uma poesia que qd li seu texto veio na mente na hora!
"De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente."
............ainda mais pq vc destacou a palavra derrepente;;.;;
Espero q essas dores n sejem suas..pq ..doi mesmo...
Muito bacana o exto, cara.
Parabéns.
Sabe...no mundo dos blogs..as vezes as pessoas vivitam e falam...legal seu texto..e nem leram...
na verdade elas queriam é um comentaio no delas....rsrsr..
n são tds..rsrs...
vou linkar vc..ok?
ganhou uma leitora!
Ei!
muito bom o texto, como sempre né?
Lindissimo, emocionante, triste..
gostei muito..
=D
beijos
Q bom q gostou..tb gosto de vc virtual..rsrs..
Quintana é tudo ,né?
bjim.
Tô esperando o proximo post einn!?
=D
bjos
dor.
lindo texto.
passa para um café
beijos
au revoir
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